{"id":10584,"date":"2022-04-26T11:00:55","date_gmt":"2022-04-26T10:00:55","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/?p=10584"},"modified":"2022-05-02T10:47:29","modified_gmt":"2022-05-02T09:47:29","slug":"papa-francisco-homilia-domingo-ii-da-pascoa-domingo-da-divina-misericordia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/?p=10584","title":{"rendered":"Papa Francisco &#8211; Homilia Domingo II da P\u00e1scoa &#8211; Domingo da Divina Miseric\u00f3rdia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\" data-wp-editing=\"1\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-9814 aligncenter\" src=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/pope.jpg\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"122\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">SANTA MISSA DA DIVINA MISERIC\u00d3RDIA<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>HOMILIA DO PAPA FRANCISCO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro<br \/>\nII Domingo de P\u00e1scoa o da Divina Miseric\u00f3rdia, 24 de abril de 2022<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nHoje o Senhor ressuscitado aparece aos disc\u00edpulos e oferece a eles &#8211; que o haviam abandonado &#8211; a sua miseric\u00f3rdia, mostrando as suas chagas. As palavras que lhes dirige est\u00e3o cadenciadas por uma sauda\u00e7\u00e3o, que aparece tr\u00eas vezes no Evangelho de hoje: \u201c<em>A paz esteja convosco!<\/em>\u201d (Jo 20,19.21.26). \u201c<em>A paz esteja convosco!<\/em>\u201d \u00e9 a sauda\u00e7\u00e3o do Ressuscitado que vem ao encontro de todas as fraquezas e erros humanos. Vamos ent\u00e3o seguir as tr\u00eas sauda\u00e7\u00f5es de paz de Jesus: descobriremos em n\u00f3s tr\u00eas a\u00e7\u00f5es da miseric\u00f3rdia divina. Em primeiro lugar, d\u00e1 alegria; depois, desperta o perd\u00e3o; e finalmente, consola durante o cansa\u00e7o.<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\">\n<li>Em primeiro lugar, a miseric\u00f3rdia de Deus d\u00e1 alegria, uma alegria especial, a alegria de se sentir gratuitamente perdoado. Quando, na noite de P\u00e1scoa, os disc\u00edpulos veem Jesus e o ouvem dizer pela primeira vez \u201c<em>A paz esteja convosco!<\/em>\u201d, alegram-se (cf. v. 20). Eles estavam trancados em casa com medo; mas tamb\u00e9m estavam fechados em si mesmos, dominados por uma sensa\u00e7\u00e3o de fracasso. Eram disc\u00edpulos que haviam abandonado o Mestre: no momento de sua pris\u00e3o, haviam fugido. Pedro at\u00e9 o negou tr\u00eas vezes e algu\u00e9m pertencente ao seu grupo \u2013 mesmo um deles! &#8211; havia sido o traidor. Tinham motivos para se sentir n\u00e3o apenas assustados, mas fracassados, gente sem valor algum. No passado, \u00e9 claro, eles tinham feito escolhas corajosas, haviam seguido o Mestre com entusiasmo, compromisso e generosidade, mas no final tudo havia desmoronado; o medo havia prevalecido e eles tinham cometido o grande pecado: deixar Jesus sozinho no momento mais tr\u00e1gico. Antes da P\u00e1scoa, eles pensavam que eram feitos para grandes coisas, discutiam sobre quem era o maior entre eles e assim por diante&#8230; Agora, eles se encontram mesmo no fundo do po\u00e7o.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse clima, ouvem por primeira vez\u00a0<em>\u201cA paz esteja convosco!\u201d<\/em>. Os disc\u00edpulos poderiam ter se sentido envergonhados e, em vez disso, se alegraram \u2013 Quem os entende? \u2013 Porque? Porque aquele rosto, aquela sauda\u00e7\u00e3o, aquelas palavras desviam o foco de sua aten\u00e7\u00e3o de si mesmos para Jesus: de fato, \u201cos disc\u00edpulos se alegraram &#8211; o texto especifica &#8211; ao ver o Senhor\u201d (v. 20). Eles s\u00e3o distra\u00eddos de si mesmos e de seus fracassos e atra\u00eddos pelo olhar do Senhor, onde n\u00e3o h\u00e1 severidade, mas miseric\u00f3rdia. Cristo n\u00e3o se queixa do passado, mas transmite-lhes a benevol\u00eancia de sempre. E isso os reanima, infunde a paz perdida em seus cora\u00e7\u00f5es, os torna homens novos, purificados por um perd\u00e3o concedido sem c\u00e1lculos, um perd\u00e3o concedido sem m\u00e9ritos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta \u00e9 a alegria de Jesus, a alegria que tamb\u00e9m n\u00f3s sentimos ao experimentar o seu perd\u00e3o. J\u00e1 nos aconteceu de assemelhar-nos aos disc\u00edpulos da P\u00e1scoa: depois de uma queda, um pecado, um fracasso. Nesses momentos parece que n\u00e3o h\u00e1 mais nada a ser feito. Mas ali mesmo o Senhor tudo faz para nos dar a sua paz: atrav\u00e9s de uma Confiss\u00e3o, das palavras de uma pessoa que se aproxima, de uma consola\u00e7\u00e3o interior do Esp\u00edrito, de um acontecimento inesperado e surpreendente&#8230; De v\u00e1rias maneiras Deus se desvela para fazer-nos sentir o abra\u00e7o de sua miseric\u00f3rdia, uma alegria que vem de receber \u201co perd\u00e3o e a paz\u201d. Sim, a alegria de Deus \u00e9 uma alegria que nasce do perd\u00e3o e que traz paz. \u00c9 mesmo assim: nasce do perd\u00e3o e traz a paz; uma alegria que eleva sem humilhar, como se o Senhor n\u00e3o entendesse o que est\u00e1 acontecendo. Irm\u00e3os e irm\u00e3s, lembremo-nos do perd\u00e3o e da paz recebidos de Jesus. Cada um de n\u00f3s j\u00e1 os recebemos; cada um de n\u00f3s j\u00e1 fez a experi\u00eancia. Recordemo-nos brevemente: nos far\u00e1 bem! Coloquemos a mem\u00f3ria do abra\u00e7o e das car\u00edcias de Deus antes da lembran\u00e7a dos nossos erros e das nossas quedas. Assim alimentaremos a alegria. Porque nada pode ser como antes para quem experimenta a alegria de Deus! Esta alegria que transforma!<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"2\">\n<li><em>\u201cA paz esteja convosco!<\/em>\u201d O Senhor o diz uma segunda vez, acrescentando: \u201cAssim como o Pai me enviou, tamb\u00e9m eu vos envio\u201d (v. 22). E d\u00e1 aos disc\u00edpulos o Esp\u00edrito Santo, para torn\u00e1-los agentes de reconcilia\u00e7\u00e3o: \u201cA quem perdoardes os pecados, lhes ser\u00e3o perdoados\u201d (v. 23). Eles n\u00e3o apenas recebem miseric\u00f3rdia, mas tornam-se dispensadores da mesma miseric\u00f3rdia que receberam. Eles recebem esse poder, mas n\u00e3o por seus m\u00e9ritos, por seus estudos, n\u00e3o: \u00e9 um puro dom da gra\u00e7a, que, no entanto, se baseia em sua experi\u00eancia como homens perdoados. Agora dirijo-me a v\u00f3s, mission\u00e1rios da Miseric\u00f3rdia: se cada um de v\u00f3s n\u00e3o se sente perdoado, que deixe de ser um mission\u00e1rio da Miseric\u00f3rdia, at\u00e9 o momento em que se sinta novamente perdoado. E daquela miseric\u00f3rdia recebida sereis capazes de dar tanta miseric\u00f3rdia, de dar tanto perd\u00e3o. E hoje e sempre na Igreja, o perd\u00e3o deve chegar-nos assim, atrav\u00e9s da humilde bondade de um confessor misericordioso, que sabe que n\u00e3o \u00e9 detentor de algum poder, mas canal de miseric\u00f3rdia, que derrama sobre os outros o perd\u00e3o do qual ele primeiro se beneficiou. E daqui nasce aquela disposi\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>perdoar tudo<\/em>, pois Deus perdoa tudo. Tudo e sempre. Somos n\u00f3s que nos cansamos de pedir o perd\u00e3o, mas Ele perdoa sempre. E v\u00f3s deveis ser canais deste perd\u00e3o, atrav\u00e9s da experi\u00eancia de ter sido perdoados. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio\u00a0<em>torturar<\/em>os fi\u00e9is que chegam at\u00e9 v\u00f3s com os seus pecados, mas entender o que lhes acontece, escutar, perdoar e dar bons conselhos ajudando-os a seguir em frente. Deus perdoa tudo: n\u00e3o \u00e9 preciso fechar aquela porta&#8230;<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA quem perdoardes os pecados, lhes ser\u00e3o perdoados.\u201d Estas palavras est\u00e3o na origem do sacramento da Reconcilia\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o s\u00f3. Toda a Igreja foi feita por Jesus uma comunidade dispensadora de miseric\u00f3rdia, um sinal e um instrumento de reconcilia\u00e7\u00e3o para a humanidade. Irm\u00e3os, irm\u00e3s, cada um de n\u00f3s recebeu o Esp\u00edrito Santo no Batismo para ser homem e mulher de reconcilia\u00e7\u00e3o. Quando experimentamos a alegria de sermos libertos do peso dos nossos pecados, dos nossos fracassos; quando sabemos em primeira m\u00e3o o que significa renascer, depois de uma experi\u00eancia que parecia n\u00e3o ter sa\u00edda, ent\u00e3o precisamos compartilhar o p\u00e3o da miseric\u00f3rdia com aqueles que nos rodeiam. Sintamo-nos chamados a isso. E perguntemo-nos: eu, aqui onde vivo, eu na minha fam\u00edlia, eu no trabalho, na minha comunidade, promovo a comunh\u00e3o, sou um\u00a0<em>\u201ctecel\u00e3o de reconcilia\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d? Comprometo-me a desarmar conflitos, a trazer perd\u00e3o onde h\u00e1 \u00f3dio, paz onde h\u00e1 ressentimento? Ou caio no mundo das murmura\u00e7\u00f5es, que sempre matam? Jesus procura em n\u00f3s testemunhas para o mundo destas suas palavras:\u00a0<em>\u201cA paz esteja convosco!<\/em>\u201d Recebi a paz, devo transmiti-la ao outro.<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"3\">\n<li><em>\u201cA paz esteja convosco!<\/em>\u201d repete o Senhor pela terceira vez quando reaparece oito dias depois aos disc\u00edpulos, para confirmar a f\u00e9 laboriosa de Tom\u00e9. Tom\u00e9 quer ver e tocar. E o Senhor n\u00e3o se escandaliza com a sua incredulidade, mas vem ao seu encontro: \u201cColoque o dedo aqui e veja as minhas m\u00e3os\u201d (v. 27). N\u00e3o s\u00e3o palavras de desafio, mas de miseric\u00f3rdia. Jesus compreende a dificuldade de Tom\u00e9: n\u00e3o o trata com severidade e o ap\u00f3stolo fica abalado interiormente com tanta benevol\u00eancia. E \u00e9 assim que, de incr\u00e9dulo, ele se torna crente e faz a mais simples e bela confiss\u00e3o de f\u00e9: \u201cMeu Senhor e meu Deus!\u201d (v. 28). \u00c9 uma bela invoca\u00e7\u00e3o, podemos torn\u00e1-la nossa e repeti-la ao longo do dia, especialmente quando experimentamos d\u00favidas e trevas, como Tom\u00e9.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Porque em Tom\u00e9 est\u00e1 presente a hist\u00f3ria de cada crente, de cada um de n\u00f3s, de cada fiel: h\u00e1 momentos dif\u00edceis, nos quais a vida parece negar a f\u00e9, nos quais estamos em crise e precisamos tocar e ver. Mas, como Tom\u00e9, \u00e9 precisamente aqui que redescobrimos o cora\u00e7\u00e3o do Senhor, a sua miseric\u00f3rdia. Nessas situa\u00e7\u00f5es, Jesus n\u00e3o vem em nossa dire\u00e7\u00e3o triunfante e com provas contundentes, n\u00e3o realiza milagres prodigiosos, mas oferece sinais calorosos de miseric\u00f3rdia. Ele nos conforta com o mesmo estilo do Evangelho de hoje: oferecendo-nos suas chagas. N\u00e3o esque\u00e7amos isto: diante dos pecados, do pecado mais horrendo, nosso ou dos demais, existe sempre a presen\u00e7a do Senhor que oferece as suas chagas. N\u00e3o esque\u00e7am disto! E, em nosso minist\u00e9rio como confessores, devemos fazer ver \u00e0s pessoas que diante dos seus pecados est\u00e3o as chagas do Senhor, que s\u00e3o mais poderosas que o pecado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E tamb\u00e9m nos faz descobrir as feridas dos irm\u00e3os e irm\u00e3s. Sim, a miseric\u00f3rdia de Deus, nas nossas crises e nos nossos esfor\u00e7os, coloca-nos muitas vezes em contacto com os sofrimentos do pr\u00f3ximo. Ach\u00e1vamos que est\u00e1vamos no \u00e1pice do sofrimento, no auge de uma situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil, e ent\u00e3o descobrimos aqui, permanecendo em sil\u00eancio, que existe algu\u00e9m que est\u00e1 passando por momentos, per\u00edodos piores. E, se cuidarmos das feridas do pr\u00f3ximo e derramarmos miseric\u00f3rdia sobre ele, renasce em n\u00f3s uma nova esperan\u00e7a, que nos consola no cansa\u00e7o. Ent\u00e3o, perguntemo-nos se nos \u00faltimos tempos tocamos as feridas de algu\u00e9m que sofre no corpo ou no esp\u00edrito; se trouxemos paz a um corpo ferido ou a um esp\u00edrito quebrantado; se passamos algum tempo ouvindo, acompanhando, consolando. Quando fazemos isso, encontramos Jesus que, com os olhos de quem \u00e9 provado pela vida, nos olha com miseric\u00f3rdia e diz:\u00a0<em>\u201cA paz esteja convosco!\u201d\u00a0<\/em>E, me agrada pensar na presen\u00e7a de Nossa Senhora ali, em meio aos Ap\u00f3stolos, e como, depois de Pentecostes, a pensamos como M\u00e3e da Igreja: me agrada muito pensar n\u2019Ela na segunda-feira ap\u00f3s o Domingo da Miseric\u00f3rdia como M\u00e3e da Miseric\u00f3rdia. Que Ela nos ajude a seguir em frente em nosso minist\u00e9rio que \u00e9 t\u00e3o belo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Homilia-do-Papa-Francisco-Domingo-II-da-Pascoa-Domingo-da-Divina-Misericordia.pdf\">Homilia do Papa Francisco &#8211; Domingo II da P\u00e1scoa &#8211; Domingo da Divina Miseric\u00f3rdia (PDF)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje o Senhor ressuscitado aparece aos disc\u00edpulos e oferece a eles &#8211; que o haviam abandonado &#8211; a sua miseric\u00f3rdia, mostrando as suas chagas. 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