{"id":12090,"date":"2023-07-11T09:17:33","date_gmt":"2023-07-11T08:17:33","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/?p=12090"},"modified":"2023-07-11T09:51:46","modified_gmt":"2023-07-11T08:51:46","slug":"mais-de-metade-dos-jovens-entre-os-14-e-os-30-dizem-se-crentes-mas-apenas-um-terco-participa-nas-praticas-religiosas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/?p=12090","title":{"rendered":"Mais de metade dos jovens entre os 14 e os 30 dizem-se crentes, mas apenas um ter\u00e7o participa nas pr\u00e1ticas religiosas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Desacordo face a normas institu\u00eddas surge como um dos motivos para aus\u00eancia de pr\u00e1tica religiosa. Dado curioso: n\u00e3o-crentes preocupam-se mais com altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas que os religiosos, diz estudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/autor\/natalia-faria\"><strong><em>Nat\u00e1lia Faria<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6 de Julho de 2023 \u2013 Jornal P\u00fablico<\/p>\n<figure id=\"attachment_12091\" aria-describedby=\"caption-attachment-12091\" style=\"width: 1084px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12091 size-full\" src=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image1.jpg\" alt=\"\" width=\"1084\" height=\"721\" srcset=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image1.jpg 1084w, https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image1-300x200.jpg 300w, https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image1-1024x681.jpg 1024w, https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image1-768x511.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1084px) 100vw, 1084px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-12091\" class=\"wp-caption-text\">Sem surpresas, os cat\u00f3licos representam 88% do universo total de crentes (PAULO PIMENTA)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais de metade dos jovens portugueses com idades entre os 14 e os 30 anos declaram-se religiosos: 56%, precisa o estudo \u201cJovens, f\u00e9 e futuro\u201d, que \u00e9 apresentado esta quinta-feira pelo Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Express\u00e3o Portuguesa (CEPCEP) da Universidade Cat\u00f3lica. Por\u00e9m, apenas cerca de um ter\u00e7o (34%) dos que se dizem crentes s\u00e3o praticantes, num desapego justificado, sobretudo entre os mais velhos, pelo desacordo face a normas institu\u00eddas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sem surpresas, os cat\u00f3licos representam 88% do universo total de crentes, o que equivale a dizer (porque se trata de uma amostra representativa da popula\u00e7\u00e3o) que 49% dos jovens portugueses at\u00e9 aos 30 anos de idade s\u00e3o cat\u00f3licos. &#8220;\u00c9 um valor significativo se considerarmos a percep\u00e7\u00e3o, mais ou menos generalizada, de que vivemos numa sociedade dessacralizada\u201d, conclui o estudo coordenado por Patr\u00edcia Dias, a pedido da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa (CEP), o \u00f3rg\u00e3o representativo do episcopado portugu\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De facto, numa altura de ineg\u00e1vel eros\u00e3o do sentido de perten\u00e7a religiosa (o \u00faltimo grande\u00a0<a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2012\/04\/17\/jornal\/quatro-em-cada-cinco-portugueses-sao-catolicos-e-quase-metade-vai-a-missa-24383951\">estudo<\/a>\u00a0sobre identidade religiosa foi feito em 2012 e j\u00e1 mostrava que o n\u00famero de cat\u00f3licos em Portugal tinha ca\u00eddo para os 79,5%, contra os 86,9% registados em 1999), esta conclus\u00e3o pode surpreender, ainda que apenas os mais distra\u00eddos: em 2021, a Funda\u00e7\u00e3o Francisco Manuel dos Santos j\u00e1 conclu\u00edra, a partir de um\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ffms.pt\/pt-pt\/estudos\/os-jovens-em-portugal-hoje\">inqu\u00e9rito\u00a0<\/a>a 4900 residentes entre os 15 e os 34 anos de idade, que 58% declaravam pertencer a alguma religi\u00e3o ou detinham algum tipo de cren\u00e7a, contra os 42% que disseram o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12092 size-full\" src=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image2.jpg\" alt=\"\" width=\"783\" height=\"1005\" srcset=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image2.jpg 783w, https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image2-234x300.jpg 234w, https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image2-768x986.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 783px) 100vw, 783px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agora, para \u201ccaracterizar os jovens portugueses relativamente \u00e0 sua f\u00e9 e \u00e0s suas pr\u00e1ticas religiosas e \u00e0 forma como perspectivam o futuro\u201d, o CEPCEP lan\u00e7ou um question\u00e1rio\u00a0<em>online<\/em>\u00a0com 23 perguntas a uma amostra de 2480 jovens com idades entre os 14 e os 30 anos de idade, representativos dos cerca de 1,6 milh\u00f5es de portugueses que se inserem neste intervalo et\u00e1rio (equivalentes a 15,8% da popula\u00e7\u00e3o total, e que constituem, no fundo, o p\u00fablico-alvo da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), marcada para a primeira semana de Agosto e que se prev\u00ea contar\u00e1 com a presen\u00e7a do Papa Francisco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alinhavadas, as conclus\u00f5es n\u00e3o deixam margem para grandes d\u00favidas: 56% dos inquiridos afirmaram pertencer a uma religi\u00e3o. Daqueles, 88% apontaram o catolicismo como religi\u00e3o de perten\u00e7a. Contas feitas, pode-se concluir, seguindo o racioc\u00ednio dos autores do estudo, que sensivelmente metade dos jovens portugueses (49,28%, mais concretamente) s\u00e3o\u00a0<a href=\"http:\/\/publico.pt\/1878373\">cat\u00f3licos<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao catolicismo segue-se, ainda que a larga dist\u00e2ncia, a declara\u00e7\u00e3o de perten\u00e7a \u00e0 religi\u00e3o evang\u00e9lica ou protestante (6% do total de inquiridos) e \u00e0s Testemunhas de Jeov\u00e1 (1%). O budismo congrega, por seu turno, 0,4% das declara\u00e7\u00f5es de perten\u00e7a dos jovens que se declaram crentes. J\u00e1 os\u00a0<em>mormons<\/em>\u00a0e o islamismo congregam, cada um, 0,3% dos respondentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12093 size-full\" src=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image3.jpg\" alt=\"\" width=\"1040\" height=\"819\" srcset=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image3.jpg 1040w, https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image3-300x236.jpg 300w, https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image3-1024x806.jpg 1024w, https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image3-768x605.jpg 768w, https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image3-890x700.jpg 890w\" sizes=\"auto, (max-width: 1040px) 100vw, 1040px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Num pa\u00eds em que a perten\u00e7a cat\u00f3lica configura uma identidade dir-se-ia que heredit\u00e1ria, importava ainda aquilatar qual a propor\u00e7\u00e3o de praticantes. Aqui, a conclus\u00e3o mais imediata \u00e9 que apenas cerca de um ter\u00e7o da amostra, 34% mais concretamente, se considera praticante. Os restantes 22% do universo total composto pelos que se declararam crentes (os referidos 56%) dizem que, acreditando, n\u00e3o praticam nenhuma religi\u00e3o. Entre os restantes, 17% declararam-se agn\u00f3sticos (alegam ser imposs\u00edvel provar a exist\u00eancia de Deus) e 15% ateus (negam a exist\u00eancia de Deus). Por \u00faltimo, 7% alegaram n\u00e3o ter posi\u00e7\u00e3o definida sobre o tema, ligeiramente acima dos 5% para os quais o tema \u00e9 indiferente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00e3o praticam porque discordam das normas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando questionados sobre a forma como praticam a respectiva religi\u00e3o, as respostas sugerem um maior grau de compromisso entre os mais velhos, isto \u00e9, no subgrupo dos que t\u00eam entre 18 e 30 anos, 65% disseram que rezam regularmente. Quando a mesma quest\u00e3o foi colocada aos jovens na faixa et\u00e1ria dos 14 aos 17 anos, a propor\u00e7\u00e3o dos que afirmaram rezar desceu para os 46%. \u201cEste padr\u00e3o repete-se em todos os aspectos medidos com excep\u00e7\u00e3o da aprendizagem da religi\u00e3o, mais elevada entre os mais novos\u201d, enfatiza o estudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12094 size-full\" src=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image4.jpg\" alt=\"\" width=\"868\" height=\"625\" srcset=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image4.jpg 868w, https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image4-300x216.jpg 300w, https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image4-768x553.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 868px) 100vw, 868px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto \u00e0s demais pr\u00e1ticas religiosas, destacam-se a participa\u00e7\u00e3o regular em cultos que foi apontada por 47% dos inquiridos, sendo que a propor\u00e7\u00e3o dos que v\u00e3o \u00e0 missa ou a celebra\u00e7\u00f5es similares \u00e9 maior entre os mais velhos (55%) do que entre os mais novos (40%). A perten\u00e7a a grupos de jovens como os escuteiros, entre outros, \u00e9 descrita como forma de pr\u00e1tica religiosa por 43% dos respondentes, enquanto a medita\u00e7\u00e3o surge como sendo praticada por 13% dos inquiridos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, afinal, entre os que se dizem crentes, quais as raz\u00f5es apontadas para n\u00e3o serem praticantes? No grupo dos mais velhos (18-30 anos), 44% disseram que n\u00e3o concordam \u201ccom algumas das normas da pr\u00e1tica religiosa\u201d. J\u00e1 entre os menores (14-17 anos), apenas 16% disseram o mesmo. Descontadas as diferen\u00e7as et\u00e1rias, a \u201cfalta de tempo\u201d serviu de desculpa a 27% dos crentes n\u00e3o-praticantes. Por seu turno, a exist\u00eancia de um meio social ou familiar desfavor\u00e1vel \u00e0 pr\u00e1tica religiosa constituiu-se como dissuasor da pr\u00e1tica religiosa para 5% dos crentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Curiosamente, \u201ca observa\u00e7\u00e3o de atitudes e comportamentos negativos noutros crentes, embora relevante (21% nos mais novos e 28% nos mais velhos), n\u00e3o \u00e9 o principal factor que afasta da pr\u00e1tica religiosa\u201d, observa o estudo. Mas este foi feito antes de a comiss\u00e3o coordenada pelo pedopsiquiatra Pedro Strecht ter apresentado o seu levantamento sobre os abusos sexuais cometidos no seio da Igreja Cat\u00f3lica em Portugal. A interroga\u00e7\u00e3o que fica pendente \u00e9 a que ponto o conhecimento entretanto adquirido sobre a magnitude do flagelo teve impacto na ades\u00e3o cat\u00f3lica por parte dos jovens portugueses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A intoler\u00e2ncia religiosa parece n\u00e3o constituir problema, porquanto 51% dos jovens consideraram \u201cexistir verdade em todas as religi\u00f5es\u201d, contra os 7% que defenderam que s\u00f3 a respectiva religi\u00e3o \u00e9 verdadeira. Do mesmo modo, 82% disseram que nunca se sentiram descriminados por causa da sua posi\u00e7\u00e3o religiosa. Isto n\u00e3o invalida que, no grupo dos mais velhos, 25% tenham declarado que j\u00e1 se sentiram olhados de lado, maioritariamente entre amigos (18%) e na escola ou universidade (15%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Religiosos menos preocupados com altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O estudo procurava tamb\u00e9m compreender a forma como as cren\u00e7as religiosas interferem na ac\u00e7\u00e3o dos jovens e na forma como estes perspectivam o futuro. Entre os mais velhos, 60% consideram que a f\u00e9 ou cren\u00e7a religiosa os ajudam a compreender melhor \u201co sentido da vida\u201d e 50% acham mesmo que lhes aumenta o desejo de ajudar os outros. No grupo dos mais novos, as propor\u00e7\u00f5es descem para 40% e 42%, respectivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No rol de preocupa\u00e7\u00f5es quanto ao futuro, a guerra surge \u00e0 frente, como seria de prever j\u00e1 que o inqu\u00e9rito foi aplicado depois da invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia, a 24 de Fevereiro de 2022. As altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e a sa\u00fade ocupam o segundo e terceiro lugares na lista de preocupa\u00e7\u00f5es, seguidos da equidade e da discrimina\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas foi quando dirigiram o olhar dos inquiridos para o futuro que os autores do estudo observaram as diferen\u00e7as mais curiosas entre religiosos e n\u00e3o-religiosos. As altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, por exemplo, est\u00e3o arredadas do \u201ctop 3\u201d das preocupa\u00e7\u00f5es dos religiosos, mais centradas na guerra, na sa\u00fade e na fam\u00edlia e rela\u00e7\u00f5es. J\u00e1 entre os n\u00e3o-religiosos, as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas surgem como a principal das preocupa\u00e7\u00f5es, a par da guerra e das quest\u00f5es da equidade e da discrimina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, os religiosos, particularmente os cat\u00f3licos, valorizam a ideia de virem a ter uma fam\u00edlia com filhos, muito mais do que os n\u00e3o-religiosos. Para estes, \u00e9 mais importante a possibilidade de fazerem as escolhas que quiserem, \u201cindependentemente da press\u00e3o da fam\u00edlia ou da sociedade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora quase todos (74%) considerem que ter um trabalho est\u00e1vel e que os fa\u00e7a felizes \u00e9 essencial para o futuro, apenas 9% consideraram priorit\u00e1rio mudar a forma como o trabalho e o mercado laboral funcionam. Do mesmo medo, malgrado as preocupa\u00e7\u00f5es generalizadas com a sustentabilidade do planeta, apenas 7% se declararam dispon\u00edveis para mudar pr\u00e1ticas de consumo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando interpelados sobre os respectivos contributos para a constru\u00e7\u00e3o de um futuro melhor, a maior parte respondeu que o fazia por via do respeito pelos direitos humanos (81%). Ao mesmo tempo, 76% disseram que procuravam ser bondosos no quotidiano. Apenas 27% declararam participar em ac\u00e7\u00f5es de voluntariado e 18% apresentaram-se como activistas. S\u00f3 7% consideraram que a sua ac\u00e7\u00e3o individual n\u00e3o faz diferen\u00e7a. Por \u00faltimo, 27% disseram acreditar que conseguem contribuir para um futuro melhor atrav\u00e9s da ora\u00e7\u00e3o e da medita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sabes o que \u00e9 a JMJ? \u201cN\u00e3o\u201d, responderam 42% dos jovens<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais de 40% dos jovens inquiridos neste estudo responderam \u201cn\u00e3o\u201d \u00e0 pergunta que procurava aferir se sabiam o que \u00e9 a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) que vai realizar-se entre 1 e 6 de Agosto. Encomendado pela Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa, o estudo baseou-se em inqu\u00e9ritos feitos por via\u00a0online\u00a0a uma amostra de 2480 jovens com idades entre os 14 e os 30 anos, entre 13 de Abril e 7 de Outubro de 2022. Na altura, j\u00e1 os preparativos para a\u00a0JMJ\u00a0iam avan\u00e7ados. Ainda assim, apenas 58% disseram saber do que se trata o evento, contra os 42% que responderam que n\u00e3o. E tamb\u00e9m n\u00e3o se pode dizer que na altura pelo menos a inten\u00e7\u00e3o de participa\u00e7\u00e3o fosse elevada, j\u00e1 que apenas 13% declararam-se certos de que iriam participar, enquanto 22% apontaram a sua participa\u00e7\u00e3o como \u201cprov\u00e1vel\u201d. Sem surpresas, o grupo dos cat\u00f3licos foi aquele em que mais respondentes tinham conhecimento das jornadas (85,39%), sendo que 75,23% manifestavam ent\u00e3o a inten\u00e7\u00e3o de participar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-12095 size-full\" src=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image5.jpg\" alt=\"\" width=\"691\" height=\"460\" srcset=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image5.jpg 691w, https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image5-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 691px) 100vw, 691px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V\u00eddeo de apresenta\u00e7\u00e3o do estudo \u201cJovens, f\u00e9 e futuro\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=QfOPBJpbIwA\">Apresenta\u00e7\u00e3o do estudo &#8220;Jovens, F\u00e9 e Futuro&#8221; &#8211; YouTube<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desacordo face a normas institu\u00eddas surge como um dos motivos para aus\u00eancia de pr\u00e1tica religiosa. 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