{"id":12959,"date":"2024-01-02T15:02:39","date_gmt":"2024-01-02T15:02:39","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/?p=12959"},"modified":"2024-01-02T15:02:39","modified_gmt":"2024-01-02T15:02:39","slug":"chamados-pelo-nome-d-antonio-couto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/?p=12959","title":{"rendered":"Chamados pelo nome  &#8211; D. Ant\u00f3nio Couto"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Nota: reflex\u00e3o feita via zoom, em 20.12.2023, para o mundo da pastoral juvenil em Portugal.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">-A quest\u00e3o do Ocidente \u00e9 a quest\u00e3o do outro: do outro enquanto tal, n\u00e3o do outro, pura parte do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">-A B\u00edblia \u00e9 a prioridade do outro sobre o \u00abeu\u00bb, sobre mim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">-No mundo hodierno reina o ego\u00edsmo al\u00e9rgico, o individualismo e a egolatria. Don Juan morreu. O Tempo hoje \u00e9 o de Narciso e S\u00edsifo. Em cena est\u00e1 a\u00a0<em>gera\u00e7\u00e3o mim<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">-O consumismo imp\u00f5e-se por toda a parte. N\u00e3o o mero consumismo do shopping, mas o\u00a0<em>turbo-consumismo<\/em>, que faz das pessoas tamb\u00e9m bens de consumo: compra e venda de rela\u00e7\u00f5es humanas, intimidades, transformando tudo em rela\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas e de bolso que buscam apenas a satisfa\u00e7\u00e3o imediata. Nenhum compromisso em p\u00f4r no mundo uma nova gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\">\n<li>A tradi\u00e7\u00e3o cultural do Ocidente assenta cada vez mais na absoluta primazia e autonomia do sujeito, do \u00abeu\u00bb, como \u00fanica fonte de liberdade, como \u00fanico produtor de sentido, como se o sentido fosse o quintal \u00e0 volta da sua casa, a sua\u00a0<em>Sinngebung<\/em>, reduzindo toda a esp\u00e9cie de heteronomia, isto \u00e9, tudo o que possa vir de fora do \u00abeu\u00bb (Deus, transcend\u00eancia, tradi\u00e7\u00e3o, religi\u00e3o, culturas, fam\u00edlia, escola, institui\u00e7\u00f5es) a pura fonte de escravid\u00e3o e aliena\u00e7\u00e3o. Um \u00fanico pauzinho atrapalha este mecanismo: \u00e9 o facto de este \u00abeu\u00bb inchado e hipertr\u00f3fico ter umbigo, e n\u00e3o ter podido escolher livremente a sua exist\u00eancia. Aqui n\u00e3o h\u00e1 autodetermina\u00e7\u00e3o e liberdade de escolha que lhe valha. Por enquanto, s\u00f3 para o g\u00e9nero e\u00a0<em>th\u00e1natos<\/em>, pelas m\u00e3os da eutan\u00e1sia.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"2\">\n<li>Neste paradigma fechado sobre o \u00abeu\u00bb, do\u00a0<em>ego cogito<\/em>, que julga que se p\u00f5e no ser mediante o seu pr\u00f3prio pensamento, livre \u00e9 o indiv\u00edduo que escuta exclusivamente a voz da pr\u00f3pria raz\u00e3o, dando-se a sua pr\u00f3pria lei moral, e submetendo-se a ela. Por ser ditada pela sua pr\u00f3pria raz\u00e3o, a obedi\u00eancia \u00e0 lei moral n\u00e3o contradiz a sacrossanta liberdade do \u00abeu\u00bb, enquanto que a obedi\u00eancia a uma vontade alheia, heter\u00f3noma, manteria o indiv\u00edduo num estado de menoridade, afetado na sua autonomia, privado de liberdade, na condi\u00e7\u00e3o de escravo e de alienado.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"3\">\n<li>Neste quintal \u00e0 volta do seu casulo, \u00e9 o \u00abeu\u00bb que est\u00e1 sempre no princ\u00edpio dos seus atos, das suas escolhas, dos seus pensamentos, palavras e atos, e entende-se j\u00e1 que ser chamado por outro verdadeiramente tal n\u00e3o tem lugar nem pode ter lugar, dado que o \u00abeu\u00bb perderia o seu primeiro lugar de excel\u00eancia, e teria de ocupar o lugar subalterno de quem responde. De resto, nada \u00e9 conceb\u00edvel fora deste \u00abeu\u00bb, que tudo engloba, senhor absoluto de tudo e de todos.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"4\">\n<li>Na verdade, se este \u00abeu\u00bb abrir uma brecha para que o outro enquanto tal (que n\u00e3o \u00e9 o outro, pura parte do mundo) possa entrar e chamar, precedendo o \u00abeu\u00bb, ent\u00e3o abre-se um caminho novo, o da \u00abdif\u00edcil liberdade\u00bb ou \u00abliberdade libertada\u00bb (<em>Difficile libert\u00e9<\/em>, de Emmanuel Levinas). E, para entrar no caminho desta \u00abdif\u00edcil liberdade\u00bb ou \u00abliberdade libertada\u00bb, \u00e9 requerido que o \u00abeu\u00bb aceda \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>criatura<\/em>, isto \u00e9, que renuncie a postar-se no princ\u00edpio dos seus pensamentos, das suas palavras e dos seus atos, da sua absoluta liberdade de escolha, da sua autonomia inflamada e hipertr\u00f3fica, sem nenhuma contamina\u00e7\u00e3o de heteronomia, e passe a responder a uma Palavra que o precede, institui e chama. Entenda-se: que o poria a\u00a0<em>responder<\/em>, despertando a sua\u00a0<em>responsabilidade<\/em>. Entenda-se mais e melhor: neste dom\u00ednio, verdadeiramente a\u00a0<em>responsabilidade<\/em>precede e institui a\u00a0<em>liberdade<\/em>! O\u00a0<em>bom dia<\/em>precede o\u00a0<em>cogito<\/em>.<\/li>\n<li>Fica aqui a descoberto a raz\u00e3o pela qual o veio fundamental do pensamento ocidental sempre rejeitou a ideia de Cria\u00e7\u00e3o. Um pensamento que defende a autonomia radical do indiv\u00edduo sem a m\u00ednima contamina\u00e7\u00e3o de heteronomia n\u00e3o pode aceitar no seu seio a ideia de Cria\u00e7\u00e3o, que sup\u00f5e e requer a depend\u00eancia das criaturas em rela\u00e7\u00e3o ao Criador (Deus). Claro que a correta compreens\u00e3o da Cria\u00e7\u00e3o coloca as criaturas na depend\u00eancia boa em rela\u00e7\u00e3o ao Criador, bom e providente, que ama e chama, e partilha connosco o seu poder omnipotente, a sua ci\u00eancia omnisciente, a sua presen\u00e7a omnipresente, a sua vida vivente. De onde: a Cria\u00e7\u00e3o de Deus n\u00e3o sup\u00f5e nem requer a subservi\u00eancia e menoridade da criatura humana. Antes reclama dela uma atitude de suprema liberdade. Por isso, partilha com ela o seu poder omnipotente, a sua ci\u00eancia omnisciente, a sua presen\u00e7a omnipresente, a sua vida vivente!<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"6\">\n<li>\u00c9 neste veio de sentido novo que se situa a inteira Escritura, que d\u00e1 sempre a Deus o primeiro lugar. E, claro, s\u00f3 neste ch\u00e3o ou neste c\u00e9u \u00e9 poss\u00edvel falar de\u00a0<em>ser chamado<\/em>ou de\u00a0<em>voca\u00e7\u00e3o<\/em>! E tamb\u00e9m s\u00f3 desde aqui, desde esta encruzilhada feita de\u00a0<em>muito eu e hipertrofia do eu<\/em>e da\u00a0<em>completa aus\u00eancia de Deus e da Escritura Santa<\/em>, \u00e9 poss\u00edvel compreender a atual\u00a0<em>m\u00edngua de voca\u00e7\u00f5es<\/em>, isto \u00e9, de\u00a0<em>respondedores<\/em>, como hoje se v\u00ea sob este c\u00e9u fechado, em que o \u00abeu\u00bb esconde e fecha Deus \u00e0 chave! E, para c\u00famulo, ainda o responsabiliza por todo o mal que existe no mundo!<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"7\">\n<li>E aqui n\u00e3o podemos fugir \u00e0 B\u00edblia, que \u00e9 o Livro que verdadeiramente fala de chamamento ou voca\u00e7\u00e3o, e resposta. Ser chamado significa ser apeado do 1.\u00ba lugar, e ser colocado no lugar de respondedor. Ser chamado pelo nome significa ainda que\u00a0<em><u>ningu\u00e9m pode responder em vez de ti<\/u><\/em>. A resposta que te \u00e9 pedida cai apenas sobre\u00a0<em><u>ti<\/u><\/em>, incumbe-te apenas a\u00a0<em><u>ti<\/u><\/em>. N\u00e3o \u00e9 negoci\u00e1vel nem substitu\u00edvel nem deleg\u00e1vel: ningu\u00e9m pode responder em vez de ti, que \u00e9s chamado pelo nome!<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"8\">\n<li>A tem\u00e1tica \u00e9 recorrente em Isa\u00edas. Vale a pena reter algumas frases-chave: \u00abFui Eu, o Senhor, que te chamei\u00bb (Isa\u00edas 42,6). \u00abChamei-te pelo teu nome: tu \u00e9s meu!\u00bb (Isa\u00edas 43,1). \u00abDesde o seio materno o Senhor me chamou, desde o ventre de minha m\u00e3e pronunciou o meu nome\u00bb (Isa\u00edas 49,1b). E finalmente, num belo jogo relacional novo: \u00abV\u00ea! Nas palmas das minhas m\u00e3os te tatuei\u00bb (Is 49,16).<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"9\">\n<li>Os exemplos s\u00e3o a perder de vista, deixando marca nas principais figuras que atravessam a Escritura Santa. Retenhamos apenas a figura de Mois\u00e9s, e vejamos a extraordin\u00e1ria forma como \u00e9 chamado e sabe responder:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00ab<strong>3<\/strong>,<sup>1<\/sup>Mois\u00e9s estava a apascentar o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Madi\u00e3. Conduziu o rebanho para al\u00e9m do deserto, e chegou \u00e0 montanha de Deus, ao Horeb.\u00a0<sup>2<\/sup>O anjo do SENHOR apareceu-lhe numa chama de fogo, do meio da sar\u00e7a. Ele olhou e viu, e eis que a sar\u00e7a ardia no fogo, e a sar\u00e7a n\u00e3o era devorada.\u00a0<sup>3<\/sup>Mois\u00e9s disse: \u201cVou DESVIAR-ME DO CAMINHO (<em>s\u00fbr<\/em>) para ver esta vis\u00e3o grande: POR QUE RAZ\u00c3O n\u00e3o arde a sar\u00e7a?\u201d\u00a0<sup>4<\/sup>O SENHOR viu que ele se DESVIAVA DO CAMINHO (<em>s\u00fbr<\/em>) para ver; e Deus chamou-o do meio da sar\u00e7a, e disse: \u201cMois\u00e9s! Mois\u00e9s!\u201d Ele disse: \u201cEis-me aqui!\u201d\u00bb (\u00caxodo 3,1-4).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hist\u00f3ria de Mois\u00e9s \u00e9 uma hist\u00f3ria como as outras, e n\u00e3o \u00e9 uma hist\u00f3ria como as outras. Conduzindo o rebanho, VIU uma VIS\u00c3O grande, e, com o intuito de VER mais e melhor, saiu do seu caminho, deixou o seu rebanho. Chama-se a isto uma transgress\u00e3o, que n\u00f3s dizemos que \u00e9 um comportamento pr\u00f3prio das crian\u00e7as. Com uns grandes olhos desejosos de VER e habitado por um grande PORQU\u00ca, Mois\u00e9s aparece, de facto, retratado como uma crian\u00e7a \u00e0 medida do Evangelho (Marcos 10,13-16). Ouviu uma voz que o chamava, e respondeu de pronto: \u00abEis-me aqui!\u00bb, passando de nominativo para acusativo. A hist\u00f3ria de Mois\u00e9s n\u00e3o come\u00e7a quando nasce, n\u00e3o descreve os seus projetos, n\u00e3o elenca os seus sucessos. A hist\u00f3ria de Mois\u00e9s \u00e9 a hist\u00f3ria de uma VIS\u00c3O que o provoca e da PALAVRA de Deus que o convoca, e que ele ousa VER e a que ousa RESPONDER. Tinha ent\u00e3o 80 anos de idade (cf. \u00caxodo 7,7; Atos dos Ap\u00f3stolos 7,30).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"10\">\n<li>O Deus b\u00edblico manifesta-se sempre atento e compassivo para com o seu povo e comprometido na liberta\u00e7\u00e3o de todas as escravid\u00f5es. \u00c9 quanto se pode ver neste texto paradigm\u00e1tico do Livro do \u00caxodo:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00ab<strong>3<\/strong>,<sup>7<\/sup>O SENHOR disse: \u201cEu bem VI a opress\u00e3o do meu povo que est\u00e1 no Egito, e OUVI o seu grito diante dos seus opressores; CONHE\u00c7O, na verdade, os seus sofrimentos.\u00a0<sup>8<\/sup>DESCI a fim de o libertar da m\u00e3o dos eg\u00edpcios e de o fazer subir desta terra para uma terra boa e espa\u00e7osa, para uma terra que mana leite e mel\u2026\u201d\u00a0<sup>10<\/sup>E agora VAI; Eu te envio ao Fara\u00f3, e FAZ SAIR do Egito o meu povo, os filhos de Israel\u00bb (\u00caxodo 3,7-8.10).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Deus b\u00edblico revela aqui a sua identidade, n\u00e3o afirmando-se e defendendo-se \u00e0 volta do seu \u00abeu\u00bb, do seu \u00abc\u00e9u\u00bb, resguardando-se dentro das portas douradas da sua eternidade, mas DESCENDO at\u00e9 \u00e0 alteridade do outro, de quem \u00abV\u00ca a opress\u00e3o\u00bb, \u00abOUVE o grito\u00bb, \u00abCONHECE os sofrimentos\u00bb, tem em vista uma solu\u00e7\u00e3o ou resposta. \u00c9 um Deus que sai de si, para nos servir de modelo e libertar a nossa liberdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Face ao grito de Israel, qual ser\u00e1 a resposta de Deus? A resposta de Deus n\u00e3o ser\u00e1 alguma coisa, porque Deus nunca responde alguma coisa. Deus responde sempre ALGU\u00c9M! Ser\u00e1 MOIS\u00c9S. Quando o seu povo grita, Deus responde sempre da mesma maneira. Responde com MOIS\u00c9S, com os PROFETAS, e, finalmente, com JESUS CRISTO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol start=\"11\">\n<li style=\"text-align: justify;\">Mas tamb\u00e9m hoje, quando o seu povo grita, Deus continua a responder da mesma maneira, chamando os disc\u00edpulos de Jesus Cristo e toda a sua Igreja para socorrer e libertar os seus filhos. \u00c9 neste \u00abponto de vida\u00bb que se situam tamb\u00e9m os crist\u00e3os que devem sempre, como Mois\u00e9s, saber desviar-se do seu caminho, para VER, OUVIR e RESPONDER melhor \u00e0 Palavra que os convoca e os provoca. Os crist\u00e3os e os evangelizadores entraram num desafio assim h\u00e1 muitos anos. Muitos deram a vida por se terem desviado do caminho para VER, OUVIR e RESPONDER melhor. Que o Senhor da messe nos mantenha atentos, compassivos, comovidos, comprometidos e fi\u00e9is. Talvez possas ouvir hoje tamb\u00e9m o teu nome!<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Chamados-pelo-nome-D.-Antonio-Couto.pdf\">Chamados pelo nome &#8211; D. Ant\u00f3nio Couto (PDF)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nota: reflex\u00e3o feita via zoom, em 20.12.2023, para o mundo da pastoral juvenil em Portugal.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":12961,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"rs_blank_template":"","rs_page_bg_color":"","slide_template_v7":"","footnotes":""},"categories":[95,68],"tags":[],"class_list":["post-12959","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-juventude-documentos-formacao","category-ultimas"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/12959","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=12959"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/12959\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12962,"href":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/12959\/revisions\/12962"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/12961"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=12959"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=12959"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/paroquiavilarandorinho.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=12959"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}